Não é mais novidade que o setor energético tem passado por importantes transformações, ainda mais com os avanços das novas tecnologias e a crescente preocupação com o meio ambiente.

Estamos em meio a um processo de descarbonização global, onde grandes indústrias e empresas demonstram sua empatia com o mundo e as próximas gerações ao procurarem alternativas para gerar e consumir energia elétrica limpa e sustentável.

Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a fonte solar fotovoltaica é responsável por mais de 99,6% de todos os sistemas na modalidade de geração distribuída do país!

Estudo realizado pela Moody´s Investors Service, mostra que nas próximas décadas, grande parte da América Latina será suprida através de energia fotovoltaica e eólica. Já são 19 países latino-americanos com planos de inserção das fontes renováveis em suas matrizes energéticas. O destaque fica para o Brasil e o Chile.

infográfico sobre geração solar distribuída

Chamamos de energia distribuída a energia elétrica que é gerada próxima a ou no local de consumo. Essa modalidade difere diretamente da geração centralizada e foi estabelecida com a Resolução Normativa Nº482 da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), que entrou em vigor em 17 de abril de 2012.

Através dessa resolução, a agência estabeleceu uma diferenciação entre o que chamou de Microgeração e Minigeração distribuída, as quais ficam estabelecidas da seguinte forma:

  • Microgeração – Sistema gerador de energia elétrica através de fontes renováveis, com potência instalada inferior ou igual a 75 kW (quilowatts).
  • Minigeração – Sistema gerador de energia elétrica, com potência instalada superior a 75 kW e menor ou igual a 3 MW (para fonte hídrica) e menor ou igual a 5 MW para as demais fontes renováveis (Solar, eólica, biomassa e cogeração qualificada).

Benefícios da Geração Solar Distribuída

SOCIOECONÔMICO

– Redução de gastos com energia elétrica para a população, empresas e governo, trazendo economia para a sociedade.

– Líder em geração de empregos locais de qualidade adicionando de 25 a 30 empregos por MW/ano, de acordo com a Absolar.

– Atração de capital externo e novos investimentos privados ao País.

AMBIENTAIS

– Geração de eletricidade limpa, renovável, sem emissões de gases de efeito estufa, sem resíduos e sem ruídos.

– Não precisa de água para operar, aliviando a pressão sobre recursos hídricos escassos.

– Baixo impacto ao meio ambiente.

ESTRATÉGICOS

– Diversificação da matriz elétrica brasileira com uma nova fonte renovável, aumentando a segurança no suprimento de energia elétrica.

– Redução de perdas e postergações de investimentos em transmissões e distribuição.

– Alívio da demanda elétrica em horário diurno, reduzindo custos aos consumidores.

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